Quando não há virtude que domine a força
E não há domínio para o seu desejo
E não há forca para o seu apelo
Quaisquer abismo virar-te-irá estrada
Perscruta o perigo à sua maior morada
Tal qual asilo valer-te-a de nada
Lhes tapa os olhos, o coração esmaga
O ogro vil, de alma encouraçada
Quando a mão escreve e o coração cala.
quarta-feira, 23 de março de 2011
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