quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E ainda assim amo.

Desisto!
Manterei-me quieto. Apresento a mim, se não sabes.
Os únicos a quem escrevo são aos que padecem d'alma e que vêem a
Devassidão que acomete aos mal afortunados. A ti concedo minha sofreguidão .
Insólito desejo de ser enamorado e caro a alguem. E abnegas minha agrura.

Não sabes o que molesta minha mente!
Com acrimônia mede-me da cabeça aos pés
Exacerbadamente Prognostica cada ação e pensamento.
Sua impugnação a obsedia !

Tens de conceber o fato de meu sofrer
Eternizo em pensamento o que em ação concretizas
E na mente crio paralelos universos onde sofrimento é irremissível
Desvairo ao gélido fado de meu infortúnio
Sucumbo no imensurável despenhadeiro de minh'alma.

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